Paulo Skaf retorna à presidência da Fiesp quase quatro anos após deixar o cargo, em um momento crítico para a indústria brasileira, pressionada por tarifas impostas pelos Estados Unidos. Ele foi eleito com 99 votos e já articula ações mesmo antes do início oficial de seu mandato, previsto para 1º de janeiro de 2026. Skaf propõe uma “diplomacia empresarial” ativa, posicionando a Fiesp como voz de enfrentamento diante das pressões externas e da apatia interna. Sua volta recoloca a entidade no centro do debate sobre política industrial no Brasil.

