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Confiança pública entra no centro do debate sobre o futuro da Justiça

Equipe/CP  -   21 de junho de 2026

Cármen Lúcia defendeu que o Judiciário deve buscar confiança pública, não popularidade. Para a ministra, decisões judiciais nem sempre agradam, mas precisam ser reconhecidas como imparciais e baseadas na lei. A fala ocorre em meio ao debate sobre um Código de Ética para o STF, que deve tratar de conflitos de interesse, eventos privados, palestras e relações profissionais de familiares de magistrados.