O agronegócio brasileiro acelerou a diversificação externa e colheu resultados. Em três anos, abriu 525 novos mercados, 225 apenas em 2025, com potencial de elevar as exportações em até US$ 37,5 bilhões por ano quando o comércio amadurecer. Até agora, as novas autorizações já acrescentaram US$ 3,4 bilhões à balança comercial.
As proteínas lideram o movimento, com destaque para o México, que ganhou relevância após o tarifaço imposto pelos Estados Unidos. Mesmo com a sobretaxa americana, as vendas do agro aos EUA caíram pouco, enquanto novos destinos absorveram parte da produção.
O recado é claro. Ao diversificar mercados, o agro reduziu dependências, ganhou margem de manobra geopolítica e mostrou que, no comércio internacional, resiliência pesa tanto quanto volume.